{"id":10295,"date":"2023-02-26T15:03:18","date_gmt":"2023-02-26T06:03:18","guid":{"rendered":"https:\/\/jerusalemmother.com\/maternal-instinct\/"},"modified":"2025-11-13T16:03:14","modified_gmt":"2025-11-13T07:03:14","slug":"maternal-instinct","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jerusalemmother.com\/pt\/maternal-instinct\/","title":{"rendered":"Instinto Materno"},"content":{"rendered":"<p>Todas as criaturas vivas na natureza fogem de seus inimigos naturais para evitar serem devoradas. No entanto, a coragem proveniente do instinto materno leva essas criaturas a desafiar at\u00e9 mesmo essa provid\u00eancia da natureza. Uma girafa enfrenta cinco le\u00f5es famintos sem demonstrar o menor sinal de medo, e um esquilo arrisca a vida para lutar contra uma cobra. Tudo isso por um \u00fanico motivo: proteger seus filhotes. No mar, um tubar\u00e3o que atacou um golfinho filhote acabou morrendo ap\u00f3s levar uma cabe\u00e7ada da m\u00e3e do golfinho. A luta desesperada das m\u00e3es para proteger seus filhotes no mundo impiedoso dos animais selvagens \u00e9 impressionante e comovente.<\/p>\n<p>Os seres humanos n\u00e3o s\u00e3o exce\u00e7\u00e3o. Uma m\u00e3e resgatou pessoalmente sua filha ainda imatura, que havia fugido para se casar com o membro de um grupo armado extremista. A filha, que foi at\u00e9 a base operacional do grupo, logo se arrependeu do que havia feito e pediu ajuda \u00e0 m\u00e3e. Diante de uma situa\u00e7\u00e3o em que nem mesmo o governo p\u00f4de fazer algo, a m\u00e3e arriscou a pr\u00f3pria vida para resgatar a filha. Sua coragem foi verdadeiramente impressionante. H\u00e1 muitas hist\u00f3rias que mostram o poder do instinto materno, como a de um beb\u00ea que sobreviveu a um desastre, protegido nos bra\u00e7os de sua m\u00e3e, e a de uma m\u00e3e que salvou o filho com for\u00e7a sobre-humana. Podemos encontrar facilmente o poder do instinto materno em todos os lugares ao nosso redor, e todos se comovem com isso.<\/p>\n<h2 id=\"a-maternidade-muda-o-cerebro-da-mulher\">A Maternidade Muda o C\u00e9rebro da Mulher<\/h2>\n<p>Muitas m\u00e3es dizem que, depois de terem um filho, acabam fazendo coisas que jamais imaginariam antes do parto, como se tivessem renascido. Afinal, o que acontece com elas?<\/p>\n<p>Imediatamente ap\u00f3s o parto, a mulher pode sofrer um intenso esquecimento. Isso acontece porque o seu c\u00e9rebro se contrai para disponibilizar grandes quantidades de nutrientes ao feto. Contudo, \u00e0 medida que o tempo passa, o c\u00e9rebro retorna ao seu estado original. Nessa fase, ele \u00e9 reconstru\u00eddo, suas fun\u00e7\u00f5es se aprimoram e a capacidade de concentra\u00e7\u00e3o se torna ainda melhor.<\/p>\n<p>Craig Kinsley, neurologista, realizou um experimento no qual dissecou os c\u00e9rebros de ratas no fim da gesta\u00e7\u00e3o e descobriu que seus neur\u00f4nios do hipocampo, regi\u00e3o central para aprendizagem e mem\u00f3ria, haviam sido complexamente reorganizados. Isso indica que o c\u00e9rebro materno \u00e9 reconstru\u00eddo para criar melhor a prole. Experimentos de comportamento animal tamb\u00e9m mostram que ratas m\u00e3es reagem muito mais rapidamente \u00e0 comida do que ratas nul\u00edparas. Isso porque seus sentidos de audi\u00e7\u00e3o e olfato se desenvolvem e elas se tornam mais \u00e1geis.<\/p>\n<p>Isto tamb\u00e9m se aplica aos seres humanos. As m\u00e3es podem sentir-se let\u00e1rgicas nas primeiras semanas ap\u00f3s o parto, mas seus sentidos se aprimoram e elas passam a reagir ativamente ao que acontece ao seu redor. Por isso, s\u00e3o sempre as primeiras a levantar-se ao perceber quando o beb\u00ea acorda, reconhecendo rapidamente mudan\u00e7as em seus filhos que mal s\u00e3o notadas por outras pessoas. Al\u00e9m disso, tornam-se verdadeiras supermulheres que desempenham simultaneamente tr\u00eas ou quatro pap\u00e9is, como cozinhar, falar ao telefone e cuidar do beb\u00ea.<\/p>\n<p>As mulheres sentem uma dor indescrit\u00edvel ao dar \u00e0 luz seus beb\u00eas, mas, de forma surpreendente, experimentam uma profunda paz ap\u00f3s o parto. Isso se deve \u00e0 ocitocina. A ocitocina \u00e9 um horm\u00f4nio que alivia a ansiedade e ajuda as m\u00e3es a amarem seus filhos. Ela tamb\u00e9m suprime a secre\u00e7\u00e3o de horm\u00f4nios do estresse, aprimora as habilidades sociais e fortalece a capacidade de aprendizagem.<\/p>\n<p>Como mencionado no in\u00edcio, quando pelos filhos, as m\u00e3es tornam-se corajosas mesmo em situa\u00e7\u00f5es assustadoras e perigosas. Sup\u00f5e-se que isso ocorra sob a influ\u00eancia de horm\u00f4nios. Ainda s\u00e3o necess\u00e1rias mais pesquisas, mas j\u00e1 est\u00e1 comprovado que dois horm\u00f4nios est\u00e3o relacionados \u00e0 coragem materna: A ocitocina, que suprime o estresse, e a prolactina, horm\u00f4nio que estimula a produ\u00e7\u00e3o de leite, ambos capazes de afastar a ansiedade e o medo. \u201cA prolactina atua no c\u00e9rebro e torna as m\u00e3es valentes\u201d, explica Inga Neumann, neurobi\u00f3loga alem\u00e3 que participou das pesquisas sobre o tema. Muitas ratas s\u00e3o capturadas em armadilhas enquanto est\u00e3o produzindo leite porque aventuram-se at\u00e9 mesmo em lugares perigosos por seus filhotes.<\/p>\n<h2 id=\"o-programa-biologico-do-amor-materno\">O Programa Biol\u00f3gico do Amor Materno<\/h2>\n<p>O instinto materno dos seres vivos \u00e9 sacrificial e devocional. O cuidado da m\u00e3e, oriundo desse instinto, ajuda as criaturas a sobreviver em ambientes perigosos. Ursos-negros-asi\u00e1ticos d\u00e3o \u00e0 luz no inverno, per\u00edodo em que hibernam sem se alimentar, e atravessam o longo frio amamentando seus filhotes apesar da pr\u00f3pria fome. As hist\u00f3rias de cadelas e gatas que, mesmo sem ter um lar, criam bem seus filhotes fazem-nos perceber a grandeza da maternidade.<\/p>\n<p>Antes, o instinto materno era considerado algo dado como certo, mas a pesquisa de Terkel e Rosenblatt trouxe uma oportunidade importante de analisar esse instinto sob uma perspectiva cient\u00edfica. Eles coletaram uma amostra de sangue de uma rata nas primeiras 48 horas ap\u00f3s o parto e a injetaram em uma rata nul\u00edpara. Em seguida, a rata nul\u00edpara passou a amamentar os filhotes, embora n\u00e3o tivesse leite, e a cuidar deles como se fossem seus. Isso demonstrou que o sangue colhido imediatamente ap\u00f3s o parto cont\u00e9m algo que induz o comportamento maternal.<\/p>\n<p>Posteriormente, comprovou-se que a ocitocina \u00e9 o horm\u00f4nio que desencadeia o comportamento materno. Esse horm\u00f4nio ajuda a mulher a enfrentar o trabalho de parto e estimula o corpo a produzir leite. Tamb\u00e9m cria um v\u00ednculo emocional entre m\u00e3e e beb\u00ea e incentiva a m\u00e3e a proteger e cuidar do seu filho.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m houve uma altera\u00e7\u00e3o no n\u00edvel de dopamina no c\u00e9rebro da rata m\u00e3e. Quando ela mantinha contato f\u00edsico com seu filhote, o n\u00edvel de dopamina aumentava repentinamente. A dopamina \u00e9 um horm\u00f4nio que provoca sensa\u00e7\u00f5es de prazer e felicidade, e entre as subst\u00e2ncias que estimulam ou ativam sua libera\u00e7\u00e3o, est\u00e3o as drogas. Uma equipe de pesquisa nos Estados Unidos realizou um experimento para observar a que as ratas m\u00e3es responderiam: \u00e0 coca\u00edna, que \u00e9 uma droga, ou aos seus filhotes. Em geral, camundongos dependentes de coca\u00edna preferem a droga \u00e0 comida; entretanto, as ratas no in\u00edcio do per\u00edodo p\u00f3s-parto passaram a maior parte do tempo cuidando dos filhotes, sem dar aten\u00e7\u00e3o \u00e0 coca\u00edna. Isso ocorre porque as m\u00e3es sentem mais prazer e felicidade quando est\u00e3o com seus filhotes do que quando cheiram coca\u00edna.<\/p>\n<p>A fofura \u00e9 uma caracter\u00edstica comum a todos os filhotes: suas cabe\u00e7as s\u00e3o grandes em propor\u00e7\u00e3o ao corpo, seus olhos s\u00e3o grandes em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cabe\u00e7a, eles t\u00eam bra\u00e7os e pernas curtos, formas arredondadas e exibem movimentos corporais desajeitados. Konrad Lorenz, et\u00f3logo alem\u00e3o, chamou essas caracter\u00edsticas dos filhotes, que despertam nos adultos um instinto de prote\u00e7\u00e3o, de \u201cesquema de beb\u00ea\u201d. Isso motiva comportamentos de cuidado nas m\u00e3es e em outros adultos.<\/p>\n<figure>\n <picture>\n  <img decoding=\"async\" src=\"\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/thum_maternal_2.jpg\">\n <\/picture>\n<\/figure>\n<p>Al\u00e9m disso, quando as m\u00e3es veem os comportamentos instintivos de seus beb\u00eas, elas n\u00e3o conseguem deixar de am\u00e1-los. Cerca de um m\u00eas ap\u00f3s o nascimento, os beb\u00eas balbuciam e sorriem para quem os observa. Segundo os resultados de uma pesquisa, o sorriso da crian\u00e7a estimula a produ\u00e7\u00e3o de dopamina no c\u00e9rebro da m\u00e3e, fazendo-a sentir felicidade; quando isso ocorre, o amor da m\u00e3e pelo beb\u00ea aumenta ainda mais. Todos os rec\u00e9m-nascidos apresentam alguns reflexos, tais como o reflexo de preens\u00e3o, que consiste em agarrar qualquer coisa que toque suas palmas, o reflexo de abra\u00e7o, que \u00e9 tentar segurar algu\u00e9m quando se assustam, o reflexo de busca, que leva o beb\u00ea a virar o rosto em dire\u00e7\u00e3o ao est\u00edmulo, e o reflexo de suc\u00e7\u00e3o, que faz o beb\u00ea sugar tudo o que encosta em seus l\u00e1bios. Esses comportamentos instintivos criam v\u00ednculos emocionais entre os beb\u00eas e suas m\u00e3es. Na verdade, tais rea\u00e7\u00f5es n\u00e3o decorrem de um afeto especial dos beb\u00eas por suas m\u00e3es; contudo, a m\u00e3e que deu \u00e0 luz sente um forte instinto materno e passa muito tempo com o beb\u00ea. E, dessa forma, o beb\u00ea manifesta naturalmente essas respostas instintivas diante dela, aprofundando o amor materno. A partir dos seis meses de vida, o beb\u00ea come\u00e7a a sentir afeto pela m\u00e3e. Assim, m\u00e3e e filho possuem um v\u00ednculo inevit\u00e1vel, predestinados a amar-se mutuamente.<\/p>\n<blockquote class=\"line serif\"><p>\n\u201cAs mulheres s\u00e3o fracas, mas as m\u00e3es s\u00e3o fortes.\u201d\n<\/p><\/blockquote>\n<p>As mulheres podem ser mais fracas que os homens. Contudo, tornam-se mais fortes que qualquer pessoa por causa de seus filhos assim que passam a ser chamadas por outro nome, \u201cm\u00e3e\u201d. Esse instinto materno \u00e9 a fonte de for\u00e7a que ajuda a preservar e sustentar a vida humana. O instinto materno vem sendo transmitido de m\u00e3e para m\u00e3e, gera\u00e7\u00e3o ap\u00f3s gera\u00e7\u00e3o. De onde ele se originou?<\/p>\n<dl class=\"resources\">\n<dt>Refer\u00eancias<\/dt>\n<dd>Marc Bekoff, The Emotional Lives of Animals (A Vida Emocional dos Animais), New World Library, 2008<\/dd>\n<dd>Vitus B. Dr\u00f6scher, Tierisch erfolgreich: \u00dcberlebensstrategien im Tierreich<\/dd>\n<dd>(Sucesso Selvagem: Estrat\u00e9gias de sobreviv\u00eancia no reino animal), Goldmann, 1996<\/dd>\n<dd>Katherine Ellison, The Mommy Brain (C\u00e9rebro de M\u00e3e), Basic Books, 2006<\/dd>\n<dd>Kang Seok-gi, \uc5c4\ub9c8\uac00 \ub418\uba74 \ub1cc\ub294 \ub354 \ub611\ub611\ud574\uc9c4\ub2e4 (Seu c\u00e9rebro fica mais inteligente quando voc\u00ea se torna m\u00e3e), Science Donga, setembro de 2012<\/dd>\n<dd>Kim Hyeong-geun, \uc5ec\uc790\ub294 \uc57d\ud558\ub2e4, \uadf8\ub7ec\ub098 \uc5b4\uba38\ub2c8\ub294 \uac15\ud558\ub2e4 (As mulheres s\u00e3o fracas, mas as m\u00e3es s\u00e3o fortes), Chosun Ilbo (4 de junho de 2009)<\/dd>\n<\/dl>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Todas as criaturas vivas na natureza fogem de seus inimigos naturais para evitar serem devoradas. 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